CAPITULO 1
Materiais Isolantes
1.1 Características dos Materiais Isolantes
1.1.1 Rigidez dielétrica
1.1.2 Constante dielétrica
1.1.3 Distribuição do campo elétrico entre lâminas paralelas
1.1.4 Distribuição do campo elétrico entre materiais concêntricos
1.2 Isolantes industriais sólidos
1.2.1 Mica
1.2.2 Vidro
1.2.3 Materiais cerâmicos
1.2.4 Papéis isolantes fibrosos
1.2.5 Papel isolante nomex
1.3 Vernizes Isolantes
1.4 Deterioração dos materiais isolantes
1.4.1 Influência da temperatura
1.4.2 Esforços elétricos
1.4.3 Esforços ambientais
1.4.4 Esforços mecânicos
Questões
Problemas



CAPITULO 2
Testes Elétricos de Materiais Isolantes
2.1 Introdução
2.2 Testes com corrente contínua
2.2.1 Corrente capacitiva
2.2.2 Corrente de polarização
2.2.3 Corrente de condução
2.3. Medidas de isolamento. O megger
2.3.1 Princípio de funcionamento
2.3.2 Verificação da calibração
2.3.3 Preparativos para o teste
2.4 Fatores que influenciam a resistência de isolamento
2.4.1 Influência do estado da superfície
2.4.2 Influência da umidade superficial
2.4.3 Influência da temperatura
2.4.4 Influência do nível de tensão
2.5 Índices de polarização e absorção
2.6 Testes de isolamento com alta tensão Vcc
2.7 RVM – Recovery Voltage Method
2.7.1 Principio de funcionamento
2.7.2 Considerações básicas na interpretação dos testes
2.8 Medida das perdas dielétricas
2.9 Testes de impulso com alta freqüência
2.10 Testes de alta tensão Vca
2.11 Testes de alta tensão Vca versus testes Vcc
Questões
Problemas



CAPITULO 3
Introdução às descargas por corona
3.1 Introdução
3.2 Processo das descargas por corona
3.3 Efeito das pontas
3.4 Processo das descargas em bolhas
3.5 As Descargas nos equipamentos elétricos
3.5.1 Corona em condutores aéreos sem blindagem
3.5.2 Cabos de alta-tensão blindados
3.5.3 Transformadores imersos em óleo
3.5.4 Máquinas rotativas
3.5.5 Linhas aéreas de transmissão
3.5.6 Painéis elétricos
3.6 Medida das descargas
Questões



CAPITULO 4
Conexões Elétricas
4.1 Introdução
4.2 Resistência de contato
4.3 Elevação de temperatura nas conexões
4.4 Força de separação dos contatos
4.5 Deterioração dos contatos
4.6 Medida da resistência de contato
4.7 Valores máximos da resistência de contato
4.8 Medidas de temperatura por termovisão
Questões
Problemas



CAPITULO 5
Instrumentos de medida e proteção
5.1 Definições
5.1.1 Verificar
5.1.2 Medir
5.1.3 Erro de uma medida
5.1.4 Tipos de erros
5.1.5 Fatores que influenciam uma medida
5.1.6 Erro absoluto
5.1.7 Erro relativo
5.1.8 Erro de um produto
5.1.9 Erro de um quociente
5.1.10 Média aritmética
5.1.11 Desvio padrão
5.1.12 Intervalo de confiança da média de um grupo de experiências
5.1.13 Rejeição de dados
5.1.14 Índice de exatidão de um instrumento
5.1.15 Índice de precisão de um instrumento
5.1.16 Índice de resolução de um instrumento
5.1.17 Sensibilidade
5.1.18 Classificação dos padrões
5.1.19 Curvas de aferição
5.2 Instrumentos de medida. Unidades básicas
5.2.1 Galvanômetro de D’Arsonval
5.2.2 Medidores de núcleo magnético
5.2.3 Medidores de ferro móbil
5.2.4 Medidor eletrodinâmico
5.2.5 Medidor eletrônico
5.2.6 Medidor digital
5.2.7 Aferição de amperímetros
5.2.8 Aferição de voltímetros
5.2.9 Aferição de wattímetros
5.2.10 Aferição de medidores de energia
5.2.10.1 Aferição de medidores de energia ativa com um medidor padrão
5.2.10.2 Aferição de medidores de energia reativa
5.3 Relés de proteção
5.3.1 Relés bimetálicos
5.3.2 Relés térmicos do tipo bulbo
5.3.3 Relés do tipo termopar
5.3.4 Relés detectores de temperatura: RTD
5.3.5 Relés de imagem térmica
5.3.6 Relés eletromagnéticos
5.3.7 Relés com disco de indução
5.3.8 Relés de desbalanço de correntes
5.3.9 Calibração de relés térmicos
5.3.10 Relés de sobrecorrente
5.3.11 Relés do tipo diferencial
5.3.12 Relés do tipo direcional
5.3.13  Relés eletrônicos
5.3.14 Unidades lógicas básicas
5.3.15 Exemplos de unidades lógicas de relés eletrônicos
5.4 Filtros de seqüência
5.4.1 Filtros de corrente de seqüência zero
5.4.2 Filtros de tensão de seqüência zero
5.4.3 Filtros de correntes de seqüência positiva e negativa
5.4.4 Filtros de tensões de seqüência positiva e negativa
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPITULO 6
Manutenção de Transformadores
6.1 Introdução
6.2 Inspeção de recebimento
6.2.1 Verificação da pressão interna
6.2.2 Verificação do registrador de impacto
6.2.3 Inspeção externa
6.2.4 Inspeção interna
6.2.5 Medição da umidade dos enrolamentos
6.3 Montagem de transformadores no campo
6.3.1 Condições ambientais
6.3.2 Pessoal de montagem
6.3.3 Recursos necessários
6.3.4 Programação da montagem
6.3.5 Seqüência de montagem
6.3.6 Ferramentas especiais
6.3.7 Enchimento com óleo
6.3.8 Período de impregnação
6.3.9 Testes de condicionamento
6.4 Inspeção e testes de manutenção preventiva
6.4.1 Inspeções periódicas
6.4.2 Testes semestrais
6.4.3 Testes anuais
6.4.4 Testes elétricos a cada cinco anos
6.5 Medidas de isolamento dos enrolamentos
6.5.1 Procedimento de teste
6.5.2 Índices de absorção e polarização
6.5.3 Correção de temperatura para 75 ºC
6.5.4 Resistência de isolamento mínima
6.5.5 Critérios de avaliação
6.6 Testes de fator de potência
6.6.1 Procedimento de teste
6.6.2 Correção do fator de potencia para 20 ºC
6.6.3 Critérios de avaliação
6.7 Medida da umidade nos enrolamentos
6.7.1 Critério de interpretação dos testes
6.7.2 Exemplos práticos de concessionárias no Brasil
6.8 Resistência ôhmica dos enrolamentos
6.8.1 Determinação da temperatura dos bobinados
6.8.2 Correção da resistência para outra temperatura
6.8.3 Medida de resistência pelo método da queda de tensão
6.8.4 Medida da resistência pelo método da ponte de Wheatstone
6.8.5 Medida de resistências com a ponte de Kelvin
6.9 Testes de relação de transformação
6.9.1 Medida de relação pelo método comparativo
6.9.2 Método do potenciômetro
6.10 Secador de ar
6.11 Calibração e ajuste dos dispositivos de temperatura do óleo e dos enrolamentos 
6.11.1 Equação universal do aquecimento
6.11.2 Equação universal do resfriamento de um corpo homogêneo
6.11.3 Transformação anamórfica da curva de esfriamento 
6.11.4 Reles de imagem térmica
6.11.5 Verificação e ajuste do relê de imagem térmica tipo AKM
6.11.6 Indicador de temperatura do óleo tipo AKM
6.12 Inspeção e teste dos relés de gás
6.12.1 Relé buchholz
6.12.2 Relé de súbita pressão
6.13 Análise da cromatografia do óleo isolante
6.14 Exame das concentrações de CO2 e CO dos gases livres recolhidos em relés coletores(2)
6.15 Testes de aceitação de transformadores
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPITULO 7
SECAGEM DE TRANSFORMADORES NO CAMPO
7.1  Verificação da umidade da isolação
7.1.1 Medida da umidade pelo conteúdo de água no óleo
7.1.2 Medida da umidade da isolação. Método da URSI
7.1.3 Medida da umidade da isolação. Método da tensão de retorno RVM
7.1.4 Método da umidade da isolação. Método do vácuo
7.2 Ensaio de estanqueidade
7.3 Método de secagem de transformadores
7.3.1 Secagem por circulação de corrente e filtragem do óleo
7.3.2  Secagem por filtragem do óleo aquecido e vácuo
7.3.3 Secagem por ciclos de aquecimento com óleo e vácuo
7.3.4 Secagem com vácuo e bomba criogênica
7.3.5 Secagem de transformadores em estufa
7.4  Enchimento com óleo
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPITULO 8
líquidos isolantes
8.1 Óleo mineral isolante
8.1.1 Características dos óleos isolantes
8.1.2 Influência da umidade nas características do óleo
8.1.3 Influência dos gases dissolvidos no óleo
8.1.4 Processo de deterioração do óleo
8.1.5 Parâmetros indicativos da deterioração do óleo
8.1.6 Recondicionamento físico do óleo
8.1.6.1 Filtro prensa
8.1.6.2 Centrífugas
8.1.6.3 Desidratador a vácuo
8.1.7 Tratamento físico do óleo de transformadores
8.1.8 Conjunto de tratamento Alfa-laval
8.1.9 Testes de rigidez dielétrica do óleo
8.1.10 Ensaio de acidez
8.1.11 Determinação do conteúdo de água no óleo
8.1.12 Determinação da tensão interfacial
8.1.13 Teste de fator de potência do óleo
8.2 Óleo askarel
8.3 Fluidos de alto ponto de fulgor
8.4 Fluidos não inflamáveis
8.5 Exafluoreto de enxofre (SF6)
QUESTÕES



CAPITULO 9
MANUTENÇÃO DE BUCHAS
9.1 Considerações gerais
9.2 Inspeção e testes de manutenção preditiva
9.2.1 Contaminação das buchas
9.2.2 Limpeza da porcelana
9.2.3 Aplicação de pastas inibidoras
9.3 Manutenção preventiva
9.4 Testes de fator de potencia de buchas
9.4.1 Influencia da temperatura
 9.4.2 Teste de fator de potencia de buchas
9.4.3 Interpretação dos ensaios de fator de potência
QUESTÕES



CAPITULO 10
Manutenção de disjuntores
10.1 Segurança
10.2 Testes de condicionamento
10.3 Inspeção e testes de manutenção preventiva
10.4 Teste do relé de pressão de gás
10.4.1 Principio de funcionamento
10.4.2  Procedimento de teste
10.5 Testes dielétricos
10.5.1 Testes de resistência de isolamento
10.5.2 Testes de perdas dielétricas
10.6 Medida da resistência ôhmica dos contatos
10.7 Medida dos tempos de abertura e fechamento dos contatos
10.7.1 Tempo de abertura dos contatos
10.7.2 Tempo de fechamento dos contatos
10.7.3 Simultaneidade de abertura e fechamento dos contatos
10.7.4 Procedimento de teste
QUESTÕES



CAPÍTULO 11
Manutenção de pára-raios
11.1 Considerações gerais
11.1.1 Princípio de funcionamento
11.1.2 Pára-raios do tipo convencional
11.1.3 Pára-raios de oxido de zinco
11.1.4 Características fundamentais de um pára-raios
11.2 Recebimento e montagem
11.2.1 Instalação do pára-raios
11.3 Manutenção preventiva de pára-raios
11.3.1 Segurança
11.3.2 Limpeza da porcelana
11.3.3 Inspeção geral
11.3.4 Medida da resistência de isolamento
11.3.5 Medida das perdas dielétricas
11.3.6 Medida da corrente de fuga
11.3.7 Analisador portátil de corrente de fuga tipo TXL
QUESTÕES



CAPITULO 12
TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
12.1 Transformadores convencionais
12.2 Transformadores de potencial do tipo divisor capacitivo
12.3 Testes de condicionamento
12.4 Manutenção preventiva
12.4.1 Inspeções mensais
12.4.2 Inspeções semestrais
12.4.3 Testes elétricos a cada três anos
12.5 Medida da ralação de transformação
12.6 Teste de polaridade
12.7 Medida do fator de potencia da isolação
12.7.1 Transformadores de potencial  convencional
12.7.2 Transformadores de potencial do tipo capacitivo
12.8 Medida da resistência de isolamento
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 13
MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES DE CORRENTE
13.1 Considerações gerais
13.2 Relação de transformação
13.2.1 Fator de correção de relação (FCR)
13.2.2 Fator de correção de transformação (FCT)
13.2.3 Classe de exatidão de TC para o serviço de medição
13.2.4 Classe de exatidão de TC para o serviço de proteção
13.3 Comissionamento
13.4 Manutenção preventiva
13.4.1 Inspeções mensais
13.4.2 Inspeções semestrais
13.4.3 Testes elétricos a cada três anos
13.5 Teste de polaridade
13.6 Medida da relação de transformação
13.6.1 Primeiro método – Injeção de corrente primária
13.6.2 Segundo método – Injeção de corrente pelo secundário
13.7 Ensaio de excitação de TC
13.8 Medida da resistência de isolamento
13.9 Medida do fator de potência
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 14
MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS ROTATIVAS
14.1 Introdução
14.2 Inspeções de rotina
14.2.1 Inspeções diárias
14.2.2 Revisões curtas
14.2.3 Revisões programadas
14.2.4 Desmontagem da máquina
14.2.5 Esforços mecânicos no campo magnético
14.2.6 Esforços mecânicos devidos a dilatação térmica
14.3 Mancais
14.3.1 Mancais de deslizamento.
14.3.2 Mancais de rolamento
14.3.3 Fatores que afetam a vida dos rolamentos
14.4 Limpeza da isolação
14.4.1 Métodos de limpeza
14.4.2 Seleção de solventes
1 4.5 Secagem dos enrolamentos
14.5.1 Secagem dos enrolamentos em estufa
14.5.2 Secagem dos enrolamentos no campo
14.5.3 Secagem dos enrolamentos em autoclave
14.6 Impregnação dos enrolamentos
14.6.1 Impregnação por imersão
14.6.2 Impregnação ao vácuo e pressão
14.6.3 Impregnação por gotejamento
14.6.4 Impregnação com pistola
14.7 Manutenção de coletores
14.7.1 Centelhamento nas escovas
14.7.2 Desgaste anormal das escovas
14.7.3 Manchas de queimaduras sobre as lâminas
14.7.4 Estrias sobre o coletor
14.7.5 Trepidação das escovas
14.7.6 Controle da pátina de coletores
14.7.7 Torneamento de coletores
14.8 Testes dielétricos no estator
14.8.1 Medida da resistência de isolamento
14.8.1.1 Teste de isolamento a 1 minuto
14.8.1.2 Teste de isolamento a 10 minutos
14.8.1.3 Método das múltiplas tensões
14.8.2 Testes de isolamento com alta tensão CC
14.8.3 Teste de isolamento entre espiras
14.8.4 Verificação de corona nas máquinas rotativas
14.8.5 Teste de isolamento das laminas de ferro
14.9 Testes de isolamento do rotor
14.10 Reparos de emergência
14.10.1 Reparo de falhas à terra no estator
14.10.2 Reparo de bobinas seccionadas
14.10.3 Reparo do induzido de máquinas de CC
14.10.4 Reparo de falhas na gaiola dos motores de indução
14.10.5  Rebandagem das cabeças de bobinas
14.11 Estimativa do tempo de vida da isolação
14.12 Tensões induzidas no eixo
14.13 Vibração de máquinas rotativas
14.13.1 Problemas de vibração relacionados com o rotor
14.13.2 Problemas de vibração relacionados com o estator
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 15
INSPEÇÃO E TESTES DE CABOS ELÉTRICOS
15.1 Inspeções periódicas
15.2 Testes de isolamento de cabos
15.2.1 Considerações gerais
15.2.2  Procedimento de teste
15.2.3 Correção da temperatura
15.2.4 Interpretação dos ensaios
15.3 Testes de cabos elétricos com alta-tensão
15.3.1 Teste após o lançamento
15.3.2 Teste após a montagem dos acessórios
15.3.3 Testes periódicos de manutenção preventiva
15.3.4 Interpretação dos testes de tensão Vcc
15.4 Localização de defeitos
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 16
Manutenção de capacitores
16.1 Considerações gerais.
16.1.1 Segurança
16.1.2 Características construtivas
16.2 Proteção contra curto-circuito
16.3 Testes antes da energização de bancos de capacitores
16.3.1 Medida da capacitância entre terminais
16.3.2 Teste de isolamento entre terminais
16.3.3 Teste de isolamento entre os terminais e a caixa
16.3.4 Teste de fator de potência entre os terminais e a caixa
16.3.5 Teste de tensão aplicada entre os terminais e a caixa com tensão Vca
16.3.6 Teste de tensão aplicada com tensão Vcc entre os terminais e a caixa
16.3.7 Teste de vazamento
16.4 Manutenção preventiva
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 17
Manutenção de Baterias
17.1 Considerações gerais
17.2 Instalação de baterias
17.3 Baterias chumbo-ácido
17.3.1 Tensão da bateria
17.3.2 Eletrólito e densidade específica
17.3.3 Capacidade das baterias chumbo-ácido
17.3.4 Características de descarga
17.3.5 Características da carga
17.3.6 Carga de eqüalização
17.3.7 Carga profunda
17.3.8 Baterias chumbo-cálcio
17.3.9 Armazenamento
17.3.10 Testes de capacidade
17.3.11 Manutenção preventiva
17.4.- Baterias alcalinas
17.4.1 Tensão das baterias alcalinas
17.4.2 Eletrólito
17.4.3 Capacidade.
17.4.4 Características da descarga
17.4.5 Características da carga
17.4.6 Carga de flutuação
17.4.7 Carga de equalização
17.4.8 Armazenamento das baterias alcalinas
17.4.9 Análise do eletrólito
17.4.10 Substituição do eletrólito
17.4.11 Retirada de elementos sem desligar a carga
17.4.12 Manutenção preventiva
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 18
Manutenção de Painéis
18.1 Inspeções periódicas
18.1.1 Inspeções mensais
18.1.2 Verificações semestrais
18.1.3 Verificação bianual
18.2 Tópicos na proteção de motores de indução
18.3 Tópicos na proteção de transformadores.
18.4 Fusíveis
18.5 Tópicos na seletividade da proteção
18.5.1 Seletividade de reles
18.5.2 Seletividade de fusíveis
18.6 Verificação do faseamento de transformadores
18.7 Testes dielétricos em painéis
class=TOCTtulo2 style="MARGIN-TOP: -5px; MARGIN-BOTTOM: 5px">18.7.1Segurança
18.7.2 Inspeção de gavetas
18.7.3 Elevação máxima de temperatura
QUESTÕES
PROBLEMAS



CAPÍTULO 19
SISTEMAS DE ATERRAMENTO
19.1 Conceito de resistência de terra
19.2 Medida da resistividade do solo pelo método de Venner
19.2.1 Escolha dos pontos de medida
19.2.2 Procedimento de medida de resistividade da terra
19.2.3 Análise das medidas
19.3 Medida da resistência de terra
19.3.1 Normas de segurança
19.3.2 Procedimento para medida de resistência de malhas de terra desenergizadas
19.4 Tensão de toque
19.4.1- Definição
19.4.2 Procedimento de medida da tensão de toque
19.5 Tensão de passo
19.5.1 Definição
19.5.2 Procedimento de medida da tensão de passo
19.6 Transferência de tensão
19.7 Melhoria da resistência de aterramento
19.8 Manutenção do sistema de aterramento
QUESTÕES
PROBLEMAS



ANEXO A
INTRODUÇÃO A CONFIABILIDADE
ANEXO B
FILOSOFIA DE MANUTENÇÃO
1 Planejamento da manutenção
2 Seleção da estrutura de manutenção



ANEXO C
PROCEDIMENTO GERAL DE SEGURANÇA NA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE ELETRICIDADE
1 Objetivo
2 Considerações gerais
2.1 Planejamento do serviço
2.2 Transporte de instrumento e ferramentas
2.4 Preparação da área de trabalho
2.5 Aterramento do sistema
2.5.1 Testes
2.5.2 Seqüência de aterramento
2.6 Encerramento da permissão de trabalho
3. Primeiros socorros
3.1 Respiração artificial - método boca-a-boca
3.1.1 Providências preliminares
3.2 Massagem cardíaca externa:
3.2.1 Como se manifesta
3.2.2 Como proceder
VM Editora - CNPJ: 07.121.121/0001-30
Rua Carmem Miranda n° 52 Apt. 603 Pituba. CEP: 41820-230 - Salvador - BA Tel. (71) 3452-3376 comercial@editoravm.com.br